segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

BASTA AO PRECONCEITO



"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá guerra."
Simplesmente Fantástico, Parabéns a TAM !
Aconteceu na Tam, é verídico! Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária.
'Não está vendo?' - respondeu à senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'
'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
- A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe
econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita a um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
- E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.
Se você é contra o racismo, envie esta mensagens aos seus amigos, mas não a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons... '





domingo, 18 de dezembro de 2011

Os segredos para guardar dinheiro todos os meses

Você vive no vermelho e não consegue juntar um tostão para realizar seus sonhos? Leia já, palavra por palavra, o que estas mulheres têm a dizer.
por Luciana Marinelli | fotos Fabio Heizenreder 
 
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(Foto;)
Mesmo não sendo especialistas em finanças, elas administram muito bem o orçamento pessoal ou familiar. sabem quanto podem gastar por mês sem precisar recorrer a empréstimos ou ao cheque especial e traçam objetivos de maneira clara: conservam a conta corrente sempre no azul, compram a casa própria, viajam e dão educação de primeira aos filhos.
Tudo no computador
"Sempre adorei fazer compras e me deixava levar totalmente pelo impulso. Apesar disso, nunca ficava no vermelho, o que já era ótimo. Porém, até pouco mais de um ano atrás, não conseguia guardar absolutamente nada. Pensava que, se um dia sobrasse, pouparia, mas aparecia uma coisinha e eu não resistia: cheguei a comprar um sapato novo por semana! Até que decidi juntar dinheiro para comprar meu apartamento. Logo percebi que isso só seria possível se me organizasse. Contabilizei meus ganhos e gastos e estipulei um valor que seria obrigada a separar todo mês para aplicar em um fundo de investimento. Elaborei no computador uma planilha detalhada do meu orçamento, que uso até hoje. Em uma coluna, coloco todos os gastos fixos, como a prestação do carro, a mensalidade da academia, a gasolina. Na outra, os variáveis, como lazer e presentes. Planejo também as despesas eventuais - viagens, por exemplo. Toda segunda de manhã, confiro meu extrato bancário e atualizo a planilha. Se em algum mês a previsão fura, ou seja, gasto além da conta, economizo nos meses seguintes. Sou flexível, mas hoje consigo ter mais cautela ao comprar. Colocar tudo no computador me ajudou muito a saber qual o destino do dinheiro. Até o fim deste ano, espero ter o suficiente para dar entrada em um imóvel financiado."
Patrícia Barreros, gerente de relacionamento com o cliente
Preparada para a aposentadoria
"De tempos em tempos, estabeleço metas para meu crescimento profissional. Por volta dos 30 anos, decidi também garantir uma renda para quando me aposentar. Todos sabemos dos problemas do sistema público de previdência e que é muito complicado contar só com ele. Então, pesquisei os planos de previdência privada oferecidos pelo mercado e optei por um que vai me assegurar uma renda de 3 mil reais por mês a partir dos 60 anos. Desde então, aplico no plano religiosamente 300 reais mensais. É uma quantia considerável, mas nem penso em gastar com outra coisa. Já encaro como se fosse um desconto a mais no salário: assim que recebo, tiro da conta corrente e passo para a aplicação. Quero estar ativa, tranqüila e feliz quando ficar mais velha. Eu me preocupo também com o presente e tenho uma reserva para emergências a curto prazo. Os valores não são fixos como na previdência, mas guardo algum dinheiro na poupança todo mês, nem que seja 50 reais."
Deborah Rodrigues, economista
Chave na mão e nenhuma dívida
"Poupei durante dez anos para comprar um apartamento à vista. Cheguei a pensar em um financiamento, mas percebi que, com os juros, acabaria pagando o equivalente a duas vezes o preço do imóvel. Quando entrei na faculdade, decidi que teria o meu espaço. Logo que iniciei um estágio, passei a depositar mensalmente uma quantia na poupança. Era pouco, mas importante para estabelecer uma meta e não me desviar dela. Muitas vezes, sofri com a tentação de pegar o talão de cheques e sair gastando, mas saber o que eu queria me ajudou a controlar o impulso. Abri mão, por exemplo, de trocar de carro: estou há sete anos com o mesmo. Nunca deixei de me divertir ou viajar, mas sempre calculando os gastos. Hoje, tenho certeza de que fiz um ótimo negócio: com o dinheiro em mãos, comprei um apartamento novo com quase 10% de desconto sobre o valor da planta. Entrei na casa nova sem nenhuma dívida. O próximo desafio, agora, é trocar de carro."
Luciana Bertaco, engenheira
Sem medo da bolsa de valores
"Sou arquiteta e nunca tinha lidado com finanças até o ano passado. Por isso, via o investimento em ações como algo complicado e só para quem tem muito dinheiro. Até que eu e meu marido ouvimos falar que a Bolsa de Valores de São Paulo estimula a criação de clubes de investimento - pessoas físicas que se juntam, reúnem um capital maior e administram as aplicações. Tínhamos 20 mil reais que iriam para fundos de renda fixa ou poupança e decidimos tentar. Formamos o clube na própria família - eu, meu marido, meus filhos e minha mãe. Buscamos informações, recebi uma apostila da Bovespa, procuramos uma corretora, aprendi a mexer com o homebroker, sistema que possibilita a compra e venda de ações pela internet, e peguei gosto pela coisa. De abril a dezembro do ano passado, tivemos uma rentabilidade total de 70%! Pegamos uma época de alta, mas, de maneira geral, não se pode entrar na Bolsa pensando em tirar logo o dinheiro, é um investimento de longo prazo. Também é preciso dedicar tempo para estudar e entender o assunto. Como sou profissional liberal, isso não foi problema. Há ainda uma adrenalina grande envolvida: se compro uma ação e vejo que ela está desvalorizando, até saio da frente do computador para não ficar nervosa. Mas percebi que, aplicando corretamente, é possível obter uma rentabilidade maior do que em qualquer outra aplicação."
Viviane Ximenes, arquiteta
Economia nas pequenas coisas
"Administrar o dinheiro é um aprendizado constante. Quando descobri o impacto dos gastos miúdos no orçamento, fiquei pasma! Em um mês tinha deixado 390 reais na quitanda, levando um pouco de fruta num dia, de verdura no outro... Passei a pesquisar preços, comprar uma parte dessas coisas na feira e fiz uma economia de quase 100 reais por mês só com esse item! Hoje estou muito mais atenta e quero saber para onde vai cada real. Eu já fazia um orçamento mensal no computador, mas deixava esses pequenos valores de fora, sem me dar conta de quanto eles representam quando somados. Com isso, estou treinando na prática para lidar melhor com o dinheiro. Até o nascimento das minhas filhas, eu era superconsumista, mas fui me tornando mais organizada. Agora, as prioridades são outras. Eu e meu marido separamos um valor mensal apenas pensando na educação delas. Começamos com 100 reais e hoje já conseguimos aplicar 400 reais. Penso que, se tivermos algum problema financeiro mais tarde, pelo menos o colégio ou a faculdade delas estará assegurado."
Glória Andrade Sperandio, empresária
Uma viagem por ano
"Jamais gasto tudo o que ganho. Penso dez vezes antes de comprar uma roupa ou um sapato e me pergunto: Vou usar mesmo? É realmente necessário? Sigo também vários critérios para ter o controle do meu dinheiro. Pago as contas sempre em dia, assim não preciso arcar com juros. Prefiro comprar tudo à vista para obter desconto e, principalmente, não acumular dívidas. Mantenho apenas um cartão de crédito, que uso em situações específicas, como para pagar uma viagem. Também não me envergonho de pechinchar - já consegui bons descontos assim. Essa organização compensa: tenho uma aplicação financeira que me permite fazer pelo menos uma viagem por ano. Conheço várias cidades do Nordeste e do Rio Grande do Sul e já fui para a Europa, Estados Unidos, Israel, Egito e Havaí."
Mara Pereira da Silva, oficial de justiça
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Governo vai pesquisar comportamento gay

Objetivo é aperfeiçoar medidas de prevenção à aids

Uma pesquisa que será realizada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo pretende mapear o comportamento gay para aperfeiçoar programas de prevenção à aids. Cerca de mil questionários serão aplicados ao longo dos próximos três meses do projeto na região central da cidade. Além dos questionários serão oferecidos testes de HIV.

Batizado de projeto SampaCentro, o estudo, realizado em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, tem como objetivo conhecer melhor os hábitos de gays, homens que fazem sexo com homens e travestis no centro de São Paulo e sobre práticas sexuais e prevenção do HIV e possibilitar o aprimoramento das ações de prevenção à Aids.

Dados epidemiológicos do programa estadual de DST/Aids, da Secretaria, apontam que a prevalência de HIV/Aids entre a população geral é de 0,6%, enquanto em gays e outros homens que fazem sexo com homens chega a 10,5%.

A pesquisa, coordenada pelo Centro de Referência em DST/Aids, da Secretaria, será realizada nos bairros da República e Consolação. Serão abordados frequentadores de bares, boates, academias, cinemas e outros espaços da região central. Quem aceitar colaborar voluntariamente com a pesquisa irá responder um questionário objetivo de caráter sócio-comportamental e será convidado a realizar um teste anti-HIV.

O teste de HIV será realizado em um posto itinerante do projeto, que pode funcionar em uma van ou dentro dos estabelecimentos onde os pesquisadores estiverem atuando. Os dias, horários, locais e até as pessoas que serão abordadas serão escolhidos por sorteio para garantir a representatividade do trabalho.

Para quem tiver dúvidas, é possível acessar o site do projeto (www.projetosampacentro.com.br) para consultar mais detalhes da pesquisa e até conversar com os entrevistadores, se considerar necessário.

Revista revela 'noites selvagens dos padres gays' em Roma e Vaticano reage

O Vaticano acusou uma revista italiana de provocar um escândalo e desacreditar a Igreja Católica ao publicar nesta sexta-feira uma reportagem sobre sacerdotes homossexuais.

Destaque na capa do semanário Panorama, de tendência conservadora, o artigo intitulado "As Noites Selvagens dos Padres Gays" diz que padres da capital italiana teriam uma vida dupla ao rezar missas pela manhã e freqüentar festas e ambientes LGBTS à noite.

Durante 20 dias um repórter, cujo nome não foi publicado pela revista, percorreu bares e discotecas romanos frequentados por LGBTs. Com uma câmera escondida, ele documentou o comportamento dos supostos sacerdotes, inclusive durante relações sexuais.

Algumas das fotos foram publicadas para ilustrar o artigo, que traz declarações de sacerdotes e seminaristas cuja identidade foi mantida em sigilo.

Segundo o artigo, um dos pontos de encontro dos padres homossexuais da capital seria a discoteca Gay Village, onde um seminarista teria declarado ao repórter que "a Igreja pesca os próprios filhos no ambiente homossexual".

'Dor e surpresa'
"A finalidade do artigo é evidente: criar escândalo, difamar todos os sacerdotes com base na declaração de um dos entrevistados, segundo a qual 98% dos sacerdotes que ele conhece são homossexuais, e desacreditar a Igreja", diz uma nota divulgada pelo Vigariado de Roma sobre a reportagem.

"Os fatos contados provocaram dor e surpresa na comunidade eclesiástica de Roma, que conhece bem seus sacerdotes. Eles conduzem uma vida feliz e coerente com a vocação de testemunhar o Evangelho e o modelo de moral para todos."

O diretor da revista, Giorgio Mulè, se defendeu das criticas do Vaticano, dizendo que a reportagem é bem documentada.

Ele declarou ao jornal Il Giornale que pode fornecer nome completo e endereço dos padres que foram filmados durante ato sexual.

Estrangeiros
Na nota do Vigariado, o Vaticano defende os cerca de 1,3 mil sacerdotes de Roma da acusação de vida dupla. Segundo as autoridades eclesiásticas, eles se dedicariam a testemunhar o Evangelho.

Por outro lado, o Vaticano lança dúvida sobre a comunidade de padres estrangeiros que vivem na capital italiana, para onde vêm sobretudo para estudar em Universidades Católicas.

"Em Roma vivem muitas centenas de padres provenientes de todo o mundo para estudar, mas que não são do clero romano nem estão empenhados na pastoral", afirma a nota.

Recentemente, o Vaticano anunciou que iria fazer uma inspeção junto aos sacerdotes estrangeiros da capital, sem oferecer mais explicações sobre o motivo de tal verificação.

A carta do Vigariado pede que os padres homossexuais assumam seu comportamento e deixem o sacerdócio, ao mesmo tempo em que promete maior vigor no controle do clero.

"Ninguém os obriga a permanecer padres, desfrutando apenas dos benefícios. Deveriam ser coerentes e se expor. Não queremos seu mal, mas não podemos aceitar que por causa do comportamento deles a honra de todos os outros seja lesada".

O conservadorismo do mundo e o PLC 122

Uma série de coisas preocupantes tem acontecido no mundo nos últimos tempos. Ao longo do século XX a humanidade não passou nem um ano sequer sem guerra. O cenário atualmente é: crise financeira, conservadorismo avançando em diversos países - inclusive com um crescimento do pensamento neonazista, xenófobo.
Não há dia em que a palavra crise não está estampada nos jornais. Colunas e reportagens destrincham a situação. Explicam que a esquerda criou um monótono estado de bem estar social na Europa, causado por endividamento e acompanhado da falta de produtividade. É, dizem os especialistas, o que tem motivado a população insatisfeita a votar na direita e seu neoliberalismo from hell - principalmente nos países onde o desemprego está na faixa dos 40%.
Não sou nenhum entendido em economia e política internacional. Mas esse avanço de ideias mais conservadoras me deixam bem preocupado e bem desanimado. É como se o mundo estivesse ficando um lugar mais chato para se viver. Você acorda e entra nos grandes portais de notícias. Clica em todas as notas.
No final do dia, passadas muitas horas, a impressão é de que as notícias são as mesmas e mais nada de importante aconteceu ali. Os assuntos também parecem só fazer bocejar. Causam um danado arrefecimento. Tudo muito asséptico, limpinho. Ninguém mais perturba a ordem nesse país? Só Bolsonaro e Rafinha Bastos?
Cadê as contestações de verdade, os grandes pensadores? O movimento social? E o sexo, gente? Ninguém mais faz sexo? Vocês todos estão muito estressados, nervosos, insatisfeitos. Queria uma pesquisa séria sobre a vida sexual do brasileiro. Pra entender direito o que se passa com vocês e pra não me sentir mais quase um celibatário.
Se envolver com as pessoas. Transar. Está cada vez mais difícil. Amar alguém então, se entregar? Tá mais fácil terminar Super Mário 3 do Super Nintendo. Até a pornografia e a pegação está vetada nos manuais de conduta da nova moral vigente. Francamente.
Também está difícil formar opinião. As pessoas que já tem as suas opiniões formadas sobre as coisas podem levantar as mãos para os céus e agradecer. Há um debate no momento sobre o PLC 122/06 - que criminaliza a homofobia - que deve ser colocado em votação amanhã na Comissão de Direitos Humanos do Senado.
Ao que tudo indica, parte do texto do projeto foi cortado em uma negociação da Marta com Crivella e setores da igreja. Há um monte de gente contra e gente séria. Do Pomba ao Jean Wyllys, passando pelo Vitor Ângelo. Diz que o Luiz Mott e o Beto de Jesus também são contras o texto atual. E agora, José? Que posição tomar? O que do projeto foi mudado? O que vai acontecer se o PLC for aprovado como está? A comunidade ganha ou perde?
Acompanhei por uns três anos a trajetória do PLC 122/06 assim que ele chegou ao Senado. Na real, o A Capa foi um dos poucos sites que noticiou esta conquista, que só aconteceu porque os deputados contrários ao projeto deram uma cochiladinha às vésperas do recesso daquele final de 2006.
Este site noticiou uma série de tentativas em que a então senadora Fátima Cleide tentou colocar este projeto à votação. Todas travadas por pedidos de vistas mal intencionados de gente baixa como o Crivella e permitidas pelo próprio regimento parlamentar. Com a Marta a visibilidade do PLC aumentou. A imprensona parece ter acordado para o assunto - talvez por conta dos ataques homofóbicos no Rio e em São Paulo.
Ainda assim não sei que posição tomar em relação a isso. Tenho só uma leve impressão de que aprovar o PLC 122 - mesmo com o texto alterado no que diz respeito aos religiosos - pode sim ser bom. Os dois lados, nas no entanto parecem ter fortes argumentos válidos. E parecem ficar se atacando. O que faz cair um pouco a qualidade do debate.
Ontem chegaram até em falar em censura no Twitter à tag sobre o PLC 122. Será? Não é esse o tal vitimismo gay que o Aguinaldo Silva se refere? A tal da tag não virou Trending Topic - ou virou? Acabei nem acompanhando, confesso - por falta de adesões/menções ou censura do Twitter? Enfim. Só algumas reflexões. Agora cês que se resolvam aí. Da minha parte, só espero é não cair na malha fina da Receita amanhã.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Histórias do Mundo Gay

No universo homossexual e heterossexual existem histórias incriveis de pessoas que passaram por cada situação para assumirem que são gay, assim como ainda existem, e são muitas, que não tem coragem de se revelarem, por isso este blog irá passar a contar experiências homossexuais que serão exemplos de vida. ENVIE a sua para: omundoerosa@bol.com.br, sua experiência será publicada.